Esprits Ouverts


 
 

Lutadores bebem urina em preparação e abrem polêmica no boxe e MMA

Treinos todos os dias, em dois períodos, alimentação balanceada, trabalho psicológico. A preparação de um atleta de luta, em geral, é das mais severas e desgastantes. No entanto, existem aqueles que não se satisfazem, procuram algo a mais para estarem à frente de seus rivais. Dois campeões, um do vale-tudo e outro do boxe, têm causado polêmica no esporte por fazerem uso de uma prática milenar mas pouco convencional para melhorarem seus desempenhos: a urinoterapia.

Como o próprio nome diz, a urinoterapia "é a prática de se beber a própria urina, com objetivos médicos ou estéticos". É o caso de lutadores como o brasileiro Lyoto Machida, campeão dos meio-pesados do UFC, e Juan Manuel Márquez, mexicano que chegou a deter cinturões mundiais de boxe por dois pesos.
Ambos admitem o uso da polêmica técnica, considerada por muitos como, no mínimo, anti-higiênica. Os argumentos são diversos, mas, em muitas culturas, acredita-se que a urina traga benefícios para o organismo.
 
No caso de Lyoto Machida, por exemplo, a prática foi transmitida pela própria família, desde o tempo de seu avô. Na época da Segunda Guerra Mundial, um general japonês indicou a urinoterapia, já que os remédios estavam em falta.
 
"Muita gente que tinha doenças como sífilis, gonorreia e doenças de pele conseguiu ir melhorando. Eu já vi pessoas com diabetes que tiveram uma grande melhora no índice glicêmico no sangue, então eu acredito nisso e faço diariamente", explicou o lutador de MMA, que vem de vitória no UFC 98 sobre o norte-americano Rashad Evans. Machida defende o título contra seu compatriota Maurício Shogun no UFC 104, em outubro.
"(Tomo) principalmente quando vou lutar, porque acredito que a urina libera vários hormônios. Quando fazemos uma refiltragem, conseguimos absorver um pouco mais", completou ele.

Não é só Machida que aposta nisso. O mexicano Juan Manuel Márquez, que perdeu no último fim de semana para o norte-americano Floyd Mayweather Jr., é outro adepto à prática de beber a própria urina. Ao contrário de Machida, não o faz por herança cultural, mas sim como forma de ter uma melhor preparação para seus combates. 
"Eu acho que isso tem me ajudado. Fiz nas últimas cinco ou seis lutas, com bons resultados", disse ele, em entrevista à rede de televisão
 HBO, antes de ser derrotado por Mayweather, depois de 12 rounds. "Tomo minha urina porque é onde há muitas proteínas e vitaminas. Porque não tomá-la e desperdiçar estes nutrientes?", defende.
Polêmica, a urinoterapia causa os mais diversos tipos de reação nas pessoas, como a de Roger Mayweather, tio e técnico de Floyd Jr. "Como você vai beber urina e beijar sua esposa? Isso é a coisa mais suja do mundo. Ele acha que isso ajuda... Vamos ver", provocou antes do combate do sábado passado.
Rashad Evans, até então campeão dos meio-pesados do principal torneio de MMA do mundo, também se mostrou reticente com a prática de Lyoto Machida antes de enfrentá-lo no UFC 98. Mas o resultado, dessa vez, foi favorável ao lutador que bebe a própria urina.
"Me pergunto se eles estão fazendo teste [antidoping para urinoterapia]. Isso não deveria ser permitido. Eu vou ficar no clinch com ele, sentindo a sua respiração... Já lutei com pessoas fedorentas, é perturbador às vezes", afirmou o norte-americano em entrevista ao
 Yahoo Sports, antes de ser duramente nocauteado pelo brasileiro.

 

Opinião de especialista

Mas, afinal, beber a própria urina pode trazer benefícios à saúde? Segundo o fisiologista Turíbio Leite de Barros, que trabalha com o time de futebol do São Paulo, não há motivos para acreditar nisso.

"Desconheço totalmente qualquer indicação e qualquer benefício disso. É anti-fisiológico, porque o organismo elimina o que não lhe serve, e a urina é o nosso principal produto de excreção. Além de não trazer benefício, podemos pressupor até que cause prejuízo", afirmou o fisiologista.
Do lado contrário, há os que defendam que o uso deste tipo de terapia vem de longa data, com os mais variados objetivos, sendo que o principal seria o de "limpar o corpo" internamente. Povos como os japoneses, indianos e romanos têm registros de uso de urina por motivos estéticos e de saúde e até passagem bíblica é citada para defender a causa por parte de alguns praticantes que interpretam a passagem desta forma (Provérbios 5,15-19).
Recentemente, relatos dão conta de que a urina teria sido usada para curar alguns tipos de câncer, entre outros usos, como na cicatrização, tratamento de queimaduras e até rejuvenescimento da pele. Outras celebridades que admitiram uso foram o norte-americano Adam Paolino, campeão olímpico do taekwondo, o lutador de vale-tudo Luke Cummo, o jogador de beisebol Moisés Alou e até a cantora Madonna, para supostamente curar pés de atleta.



Categoria: Religião e Ciência
Escrito por Bruno Figueira às 17:10:50
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Esperança

 

Outro dia minha esposa estava assistindo a TV quando viu um comercial do Criança Esperança, e brincou:

- Olha amor, vamos ligar do seu celular e doar R$30,00!

Imediatamente retruquei:

- Isso é um completo absurdo!!!

- Por que?!?!

- Pense bem, é muito legal ver celebridades, de vários segmentos, se unindo em prol de uma causa tão nobre: Ajudar e dar esperança à crianças carentes. Dar oportunidade e educação para jovens que convivem com tanta miséria, num país tão pobre! (???????)

É isso mesmo! Seria muito bonito se esse tipo de manifestação tivesse o intuito de ajudar quem precisa. Não que nossas crianças não precisem, muito pelo contrário, nossos jovens realmente anseiam por oportunidades, educação e alimento. Mas não é obrigação nossa, arcar com os custos disso, pelo menos não dessa forma, haja vista que já damos a nossa contribuição, através dos inúmeros e arbitrários impostos que nos são imputados! O problema é que justamente esse dinheiro não chega aos seus devidos fins. Enquanto em Irituia, interior do Pará, crianças não tem onde sentar nas salas de aula os filhos dos nossos governantes estudam em caríssimas escolas da capital. O que é um grande paradoxo. Se nossos governantes estão ali para assegurarem uma educação de qualidade nas instituições públicas, por que os seus filhos estudam em escolas particulares? Como diria a minha esposa: “parece dono de restaurante que não come a sua própria comida!”

- Além disso, eu acho um absurdo que uma campanha com essa temática seja encabeçada por um cara que não teve coragem de ajudar o filho de um amigo, que ele dizia ser tão próximo e se orgulhar tanto.

- Mas não é o Renato que comanda o Criança Esperança, é a Globo!

Pior ainda!! Uma emissora com esse porte teria mais influência ainda para conseguir que as coisas fossem feitas da forma correta, mas como isso não seria interessante ($$$$$) para estes comunicadores... Panis et Circenses!!!

Veja bem, não estou criticando o senso de caridade da população. Sim, devemos nos preocupar com o nosso próximo e tentar da melhor forma possível ajudá-lo. Mas também temos que saber de quem cobrar para que isso aconteça. E não falo só de oportunidade para os jovens, isso tem grande relevância também na saúde, transporte, habitação. Não podemos simplesmente tentar tapar um buraco que não fizemos (se bem que, fomos nós que votamos neles...) e deixar que o dinheiro que deveria ser usado para isso continue sendo investido em viagens familiares, carros importados e propriedades faraônicas.

Desculpe-me, mas eu não dou 1 centavo! 



Categoria: Política
Escrito por Bruno Figueira às 20:43:35
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sorri

djavan

Composição: Charles Chaplin/G.Parson/J. Turner - versão: Braguinha

Sorri
Quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos, vazios
Sorri
Quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador
Sorri
Quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados, doridos
Sorri
Vai mentindo a tua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz

 

 

Uma boa semana à todos...

Triste



Escrito por Bruno Figueira às 22:18:57
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Micro-ônibus do Inferno


Os chamados micro-ônibus que rolam por Belém e notadamente em Mosqueiro, receberam, juntamente com as Vans, as Kombis e as carroças puxadas a cavalo e motos, o pomposo título de transporte alternativo, quando na realidade não alternaram coisa nenhuma e até pioraram a situação do transporte público, quando passaram a circular sob as benesses de decisão, do Judiciário e da PMB, que não está nem aí para o problema que atormenta a população do Mosqueiro.

No caso dos micro-ônibus, a coisa é mais grave. Esses veículos foram fabricados para o transporte escolar de crianças, nas grandes capitais, vai daí o tamanho dos assentos para os passageiros mirins. De repente passaram a transportar passageiros adultos, em sua maioria corpulentos, alguns obesos, e o que é pior, no vão central, estreito e rebaixado. Passageiro em pé, quanto mais, melhor para os bolsos dos proprietários. Podemos imaginar quanta corrupção existe por trás das autorizações para circular com passageiros adultos, ao invés de crianças em idade escolar. A bandalheira começou no Sudeste e propagou-se pelo Norte e Nordeste do Brasil. A situação crítica de duas pessoas que se sentam no banco para dois passageiros é de tal ordem que, aquela do lado do corredor senta-se com meia bunda para fora do banco, levando a pessoa a fazer uma viagem do inferno, na ida e na volta para Belém, especialmente se forem obesas, o que acontece com freqüência, pois a população de obesos está crescendo assustadoramente no Brasil.

A situação envolveria supostamente os órgãos do governo como Inmetro, Arcon, PMB e outros tantos, em tal quantidade de fiscais, supervisores, diretores disso e daquilo, e, no entanto, o transporte não é fiscalizado como deveria, com todos eles garantindo seu emprego numa boa.

No caso de Mosqueiro, a principal responsável é a PMB, a quem compete o transporte municipal, e que não consegue resolver a pendência das empresas que mal e porcamente transportam a população da ilha. O povo viaja mal e a viagem é um verdadeiro sofrimento no inferno.


Prof. Ivo Freitas

 



Escrito por Bruno Figueira às 19:25:08
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Compact X Long


Hoje estava lendo a coluna do Bruno Medina, Instante Posterior, no G1, onde ele aborda uma face de um tema que já parece batido, mas ainda gera muita discussão justamente por conter vários pontos de vista: CD x LP. (texto na íntegra)

É verdade que a qualidade de som de um LP é bastante superior ao de um CD, o que parece um grande paradoxo levando-se em consideração a forma digital do Compact. Mas é justamente essa digitalização, esse som cibernético, que incomoda a maioria dos apreciadores da boa música. No Long Play a facilidade com que você, ao ouvir uma música, podia separar cada instrumento na sua cabeça é que deixa saudosistas os amantes desta arte.

A diagramação do “Bolachão” também era outra peculiaridade. O álbum tinha uma sequencia lógica de músicas, feitas algumas vezes para serem executadas naquela ordem. Quando não, as músicas comerciais geralmente encontravam-se na primeira face do disco, enquanto o lado B ficava destinado mais às canções que mostravam a verdadeira cara do artista. Músicas feitas com a alma.

Além disso, hoje, com a maior utilização de aparelhos portáteis de execução de arquivos digitais e o download de músicas pela internet a compra de CD’s diminuiu abruptamente. Da mesma forma é muito difícil, por opção do usuário mesmo, o download de álbuns completos, deixando os “I-pod’s” com uma coletânea de músicas de vários artistas, jogadas a esmo.

Entretanto, devemos olhar essa questão pelo “outro lado”!

Graças a essa tecnologia, hoje artistas que ficariam apenas nas sombras do circuito cultural, têm a possibilidade de mostrar seu trabalho. É possível gravar, editar e colocar na mídia as suas músicas sem sair de casa. Você pode se tornar um Ermitão Fonográfico!!! Muito feliz..

Em relação aos álbuns, eram poucos aqueles que realmente valiam a pena você comprar. A grande maioria era álbuns exclusivamente comerciais, com um ou dois grandes sucessos e mais duas ou três boas músicas. O resto era tudo pra encher lingüiça e completar o espaço físico da “Bolacha”. Não obstante era comum a comercialização de fitas K-7’s para compilação de um ou vários artistas, bem parecido com os MP3 players de hoje, guardadas as devidas proporções, é claro.

O que mais me incomoda realmente são os valores! Levando em consideração que o custo para produção de um CD é muito abaixo do que o de um LP, não existiria motivo para os preços tão exorbitantes!

Ponto importante: Não estou de forma alguma defendendo a pirataria!!! Usar material com direitos autorais de outros para benefício financeiro é algo deplorável, e quem é conivente com isso também tem culpa! Sim, eu já comprei um DVD pirata, mas consciência se adquire. Agora, se você pudesse fazer uma cópia de um automóvel seu, perfeito, com todas as funções, e dar, não vender, pra quem você gosta, você o faria?? Eu sim!Legal

 



Escrito por Bruno Figueira às 14:02:49
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Em Tom de Tragédia

 

 

Depois de sete livros e cinco filmes, é desculpável que se tenha a sensação de que tudo o que se poderia dizer sobre Harry Potter já foi dito. E mais de uma vez. Eis então que algo inesperado acontece: com apenas alguns ajustes, Harry Potter e o Enigma do Príncipe(Harry Potter and the Half-Blood Prince, Inglaterra/Estados Unidos, 2009), que estreia no país nesta quarta-feira, consegue fazer com que algo tão familiar soe novo, diferente e mais instigante do que em qualquer das aventuras anteriores – em filme ou em livro. O sexto episódio da série é aquele em que Alvo Dumbledore (Michael Gambon), diretor da escola de Hogwarts, obrigará Harry (Daniel Radcliffe) a mergulhar nas várias memórias sobre o vilão Voldemort que, no decorrer de anos, ele colecionou em frascos cristalinos. As lembranças, porém, não são nada menos que turvas: elas mostram como Voldemort, mesmo quando ainda se chamava Tom Riddle e era um garoto órfão e desprezado, já emitia sinais inequívocos de ameaça – que o próprio Dumbledore subestimou. E revelam também que, já poderoso, Voldemort encontrou uma maneira indescritivelmente depravada de se preservar da morte. O empuxo da história, portanto, é lúgubre e incômodo. E são essas as características que David Yates, em uma evolução inqualificável desde o episódio anterior, que também dirigiu, trata de acentuar, até que elas contagiem também os momentos ligeiros do enredo – momentos de calmaria nos quais a desordem nunca demora a se intrometer.

Radcliffe e Gambon, como Harry e Dumbledore: truques simples,  como enquadramentos profundos e cores fechadas, fazem toda a diferença.O surpreendente no efeito obtido por Yates é a simplicidade dos meios que ele utilizou: primeiro, uma paleta de cores fechada, que privilegia o chumbo e torna os tons vivos, quando aparecem, dramáticos e cheios de prenúncios; uma faxina nos sets, para fazer da escola de bruxos Hogwarts um ambiente medieval e austero; depois, enquadramentos muito profundos, que, por colocarem boa distância entre o primeiro e o último planos, sugerem que há coisas que não se podem discernir nem desvendar; e, por fim, a ênfase no rosto dos atores. Em especial dos bons atores, como o irlandês Gambon, um intérprete magnífico, que enche Dumbledore de gravidade, e o inglês Jim Broadbent. O papel de Broadbent, o do professor Horácio Slughorn, é um desses que imploram para que um erro seja cometido: Slughorn é fútil, deslumbrado e tem um fraco por alunos que desfrutem algum tipo de celebridade – como Harry. No livro de J.K. Rowling, ele é retratado da forma fácil, como uma figura ridícula. Ator e diretor, porém, avançam ao fazer dele um homem trágico – são as almas simples e vulneráveis como Slughorn que o mal vampiriza e das quais se alimenta para persistir.

David Yates já está filmando o último episódio de Harry Potter (que, por ser muito longo, será dividido em duas partes). Se prosseguir nesse aperfeiçoamento, poderá encerrar a série em uma chave de fato memorável – o que O Enigma do Príncipe já passa bem perto de ser. Nem tudo é perfeito, claro. Em um filme tão dominado por Gambon e Broadbent, os limites dramáticos de Daniel Radcliffe ficam, se possível, ainda mais evidentes. Mas isso, sim, já é notícia antiga.

 

 

 

TRAILER


 

 

FONTE: Veja.com, 19/07/2009.



Escrito por Bruno Figueira às 09:02:23
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Dores "inexplicáveis" são comuns em pessoas com depressão

 

Algumas dores que não podem ser atribuídas – pelo menos, não completamente – a uma origem orgânica são experimentadas com mais frequência por pessoas com depressão, segundo estudo da Universidade Johannes Gutenberg de Mainz, na Alemanha. E, assim como as mulheres sofrem mais de depressão, essas dores também são mais frequentes nelas.

No estudo, 308 pacientes foram entrevistados sobre seu estado de saúde, sintomas de dor, ansiedade em relação à doença, reações quando doentes, apoio social que recebem, estresse psicológico e outros aspectos; além de serem avaliados por um médico quanto aos sintomas de dor relatados. E os pesquisadores descobriram que "até 80% dos sintomas relatados nas práticas da clínica geral eram somatoformes" (não-explicados em termos médicos).

Os pesquisadores explicam que esses sintomas não são "fruto da imaginação" dos pacientes. "Sintomas somatoformes são reais; eles afetam a qualidade de vida, e podem também causar distúrbios clinicamente relevantes que podem requerer tratamento psicológico, como terapia cognitiva comportamental".

Os distúbios somatoformes são, muitas vezes, confundidos com hipocondria, e não envolvem apenas dores, como também tontura, sensações de hipersensibilidade em vários lugares do corpo, fadiga e exaustão. Segundo os especialistas, nem todos que relatam esses sintomas são diagnosticados com distúrbios somatoformes, pois isso depende da gravidade dos problemas psicológicos e do quanto os sintomas afetam a qualidade de vida.

Considerando os resultados – que indicam que "há uma ocorrência significativamente maior de dor somatoforme em várias partes do corpo em pacientes com depressão existente ou que sofriam depressão nos últimos 12 meses, do que pacientes sem depressão" –, os pesquisadores concluíram que pacientes que relatam dores "clinicamente inexplicáveis" tem grandes chances de terem depressão.

Fonte: Mainz, Universitaet. Press release. 15 de julho de 2009.

 



Escrito por Bruno Figueira às 12:47:36
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Começando...

Sempre gostei muito de ler. Quando comecei a navegar na internet, em meados de 2003 quando comprei meu primeiro computador, percebi que estava entrando em um universo de informações. Tudo eu poderia encontrar ali, na frente do meu monitor. É até engraçado: Como um dos maiores símbolos do Capitalismo pôde se tornar a maior ferramenta do Anarquismo Cultural?

O importante é que eu podia ler, e ler muito. Comecei a destrinchar arquivos e sites, o "Pai Google" era agora a minha arma.

Um amigo me convidou, não lembro exatamente quando, para fazer parte de um site de relacionamento que acabava de começar suas atividades - Orkut. Estava todo em inglês, mas naquela época, graças à internet, isso já não era um problema pra mim. Duas comunidades logo me chamaram atenção: Pará Independente (comunidade de adeptos à emancipação do estado do Pará, que foi excluída por ser “inconstitucional” - CENSURA???) e Livres Pensadores. Na segunda podia-se discutir sobre tudo: sexo, política, religião, Ana Maria Braga... depois de um tempo, infelizmente, as discussões acabaram não sendo mais tão interessantes...

Comecei a procurar Blogs e Colunas. Algumas amostras do que eu ando lendo hoje:

 

 

Interessante! Escrevendo esse texto, e me preocupando se alguém vai ler isso e comentar, acabei por perceber que quase não comento nos Blogs e Colunas que leio! Tenho que mudar isso!!Muito feliz

Bom... o que importa é que agora resolvi escrever, e não só ler o que os outros escrevem. Não tenho a intenção de ser polêmico, mas também não preciso medir minhas palavras. Só quero que meus pensamentos fiquem registrados em algum lugar nesse universo. Agradeço comentários, críticas até xingamentos, mas por favor, que tenham conteúdo!

 

Abraços a todos,

Espero lembrar de atualizar isso aqui, hehehe...Bobo

 



Escrito por Bruno Figueira às 12:35:06
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